terça-feira, 17 de agosto de 2010

História

O Governo De Juscelino Kubistchek :

Juscelino Kubitschek de Oliveira (Diamantina, 12 de setembro de 1902 — Resende, 22 de agosto de 1976) foi um médico, militar e político brasileiro.

Conhecido como JK, foi prefeito de Belo Horizonte (1940-1945), governador de Minas Gerais (1951-1955), e presidente do Brasil entre 1956 e 1961. Foi o primeiro presidente do Brasil a nascer no século XX e foi o último político mineiro eleito para a presidência da república pelo voto direto.

Casado com Sarah Kubitschek, com quem teve as filhas Márcia Kubitschek e Maria Estela Kubitschek, foi o responsável pela construção de uma nova capital federal, Brasília, executando assim o antigo projeto, já previsto em três constituições brasileiras, da mudança da capital para promover o desenvolvimento do interior do Brasil e a integração do país.

Durante todo o seu mandato como presidente da república, (1956-1961), o Brasil viveu um período de notável desenvolvimento econômico e relativa estabilidade política. Com um estilo de governo inovador na política brasileira, Juscelino construiu em torno de si uma aura de simpatia e confiança entre os brasileiros.

Juscelino Kubitschek é, ainda hoje, um dos políticos mais admirados do cenário político do Brasil, aparecendo junto com Getúlio Vargas, nas pesquisas de opinião pública como os dois presidentes preferidos pelos brasileiros. Segundo seu adversário José Sarney, Juscelino foi o melhor presidente que o Brasil já teve, por sua habilidade política, por suas realizações e pelo seu respeito às instituições democráticas.[1]

No ano de 2001, Juscelino Kubitschek de Oliveira foi eleito o "Brasileiro do Século" em uma eleição que foi publicada pela revista Isto é.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Geografia - America Latina

America Latina

Relevo e Hidrografia da América :

A América do Norte e a América do sul apresentam semelhanças quando a disposição das suas formas de relevo. No sentido oeste-leste, três grandes unidade de relevo: as grandes cadeias de montanha, as planícies centrais e os planaltos.
As grandes cadeias montanhosas do oeste estendem-se do Alasca (América do Norte) ao sul do Chile (América do Sul).
Nos EUA e no Canadá, o conjunto de cadeias montanhosas do oeste recebe a denominação geral de montanhas Rochosas; na América do Sul de cordilheiras dos Andes.
No México o prolongamento das montanhas Rochosas forma a serra Madre Oriental e a serra Madre Ocidental.

Clima e Vegatação :

Clima equatorial – Predomina em todos os estados da Região, exceto em trechos do Pará e de Roraima e na maior parte de Tocantins. É a área para onde se dirigem os ventos alísios, dominada pela massa de ar equatorial continental.

Em função da pluviosidade é possível distinguir dois subtipos de clima equatorial. Na Amazônia ocidental, onde as chuvas são abundantes e quase diárias, o clima é equatorial superúmido. Na maior parte da Região, o clima é úmido, sem estação seca caracterizada, embora sempre haja um período menos chuvoso.

Clima tropical continental – Caracteriza-se por uma estação chuvosa, o verão, e outra seca, o inverno, como no Centro-Oeste. Esse tipo de clima predomina no estado de Tocantins, no noroeste do Pará e no nordeste de Roraima. Recebe influência da massa equatorial continental e da massa equatorial atlântica. No noroeste do Pará e em Tocantins, o inverno seco ocorre por influência da massa tropical atlântica.

A VEGETAÇÃO ORIGINAL

O calor constante e a abundância de chuvas na Região permitiram o desenvolvimento de uma mata densa e sempre verde (perenifólia), que originalmente ocupava quase toda a superfície do Norte do Brasil. Essa mata, a mais extensa do mundo em região de clima quente, é a Floresta Amazônica.

Crecimento Vegetativo :

PRIMEIRA FASE (crescimento lento)

BAIXO ÍNDICE DEMOGRÁFICO – Dos primórdios da humanidade até o fim do século XVIII, aproximadamente, embora a natalidade tenha sido elevada, a taxa de mortalidade também era bastante alta, o que explica o baixo índice de crescimento demográfico desse período. Nessa fase, observamos que a humanidade estava submetida às imposições da natureza. Por meio da mortalidade elevada, a natureza impunha um ritmo de crescimento bastante lento.

BAIXA EXPECTATIVA DE VIDA– A expectativa de vida ou esperança de vida (duração média, em anos, da vida humana) era baixa. Acredita-se que na Grécia e na Roma antigas a média de vida era de apenas 25 anos. As crises de fome, as guerras, as precárias condições higiênico-sanitárias e as epidemias em muito contribuíram para os resultados desse período. Os países desenvolvidos superaram esta fase antes dos subdesenvolvidos, e podemos apontar a revolução Industrial (século XVIII) como marco desse período.

SEGUNDA FASE (crescimento rápido)

Caracterizada por elevadas taxas de natalidade e baixas taxas de mortalidade, nessa fase, na qual se encontra atualmente a maioria dos países subdesenvolvidos, ocorre grande crescimento da população.

Os países desenvolvidos industrializados da europa Ocidental, os chamados “desenvolvidos velhos”, foram os primeiros a atingir essa fase, principalmente durante o século XIX, ao passo que nos países “desenvolvidos novos” (EUA, Canadá, Rússia, Japão), ela ocorreu na primeira metade do século XX e, nos países subdesenvolvidos, a partir da segunda metade do século XX.

Na Europa ocidental, o sucesso da Revolução Industrial contribuiu para a melhoria das condições higiênico-sanitárias, médico-hospitalares e alimentares. Declarou-se guerra às epidemias, reduzindo a mortalidade de forma gradativa. Entretanto a natalidade permaneceu elevada durante quase todo o século XIX, o que explica o grande crescimento populacional da Europa nesse período. Em 1900, a Europa era o segundo continente mais populoso (em primeiro lugar estava a Ásia); no ano 2000, já era o penúltimo em população

História

O Mundo Dividido. A guerra fria:


A guerra fria tem início no final da segunda guerra mundial e perdura até o fim da URSS em 1991. Logo após a segunda guerra mundial os EUA e a URSS saem como as duas grandes potências da época, disputando a hegemonia política, econômica e militar mundial. Esse conflito recebe a designação por ser um período de ameaças, uma guerra ideológica, política e econômica não avendo conflito direto entre estas duas superpotências.
Este período causou muitas preocupações ao mundo já que tanto os EUA quanto a URSS tinham um grande arsenal nuclear, e se entrassem em conflito direto podiam acabar se destruindo e destruindo outros países.
A URSS adotava sistema socialista, com uni partidarismo (PC Partido Comunista), economia planificada, igualdade social e falta de democracia. Os EUA possuía um sistema capitalista e apoiava a expansão deste, baseava-se na democracia, na economia de mercado e na propriedade privada.
Com o início dessa rivalidade e buscas por influências o mundo estava basicamente dividido entre socialismo (URSS) e o capitalismo (EUA). Com isso a Alemanha acabou dividida em duas áreas, a República Democrática da Alemanha cuja capital era Berlim e tinha influência soviética e a República Federal da Alemanha com capital Bonn influenciada pelos países capitalistas e, além disso, a cidade de Berlim foi dividida em quatro partes distribuídas para URSS, EUA França e Inglaterra e então e construído o famoso Muro de Berlim que dividiria parte socialista de parte capitalista. O muro de Berlim ficou também conhecido como “Cortina de Ferro”.
A URSS comandava os países do leste europeu e os EUA para tentar manter sua influência sobre os outros países europeus e ampliar os domínios sobre o mundo cria a Doutrina Truman, que é promulgada em 1947 pelo presidente dos EUA Harry Truman. Esta tinha como objetivo conter o comunismo e segundo a doutrina os Estados Unidos eram responsáveis por defender o mundo capitalista, este então passa a ajudar militar e economicamente países capitalistas contrários a expansão do comunismo e também como forma de manter domínios auxilia as ditaduras militares na América Latina.
Vimos então que o período logo após a segunda guerra mundial foi um período em que o mundo se tornou bi polarizado com a disputa entre socialismo e capitalismo e estes lados foram em busca de influências e dividiram um mundo entre os que apoiavam os EUA e os que apoiavam a URSS então durante vários anos as maiores potências mundiais travam uma batalha ideológica onde todos temiam conflitos diretos, que poderiam causar caos e destruição.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Física

Problemas de visão :

Na miopia a formação da imagem ocorre antes da retina, porque o olho é anormalmente longo, os míopes enxergam mal de longe. Corrige-se esse defeito com o uso de lentes (óculos ou lentes de contato) divergentes. Atualmente, já há tratamento cirúrgico para olhos para míopes.


Na hipermetropia a formação da imagem ocorre, teoricamente, atrás da retina, porque o olho é curto demais. Os hipermétropes enxergam mal de perto. O defeito é corrigido com lentes convergentes.

terça-feira, 22 de junho de 2010

Era Vargas

A era vargas :

A Era Vargas é o nome que se dá ao período em que Getúlio Vargas governou o Brasil por 15 anos ininterruptos (de 1930 a 1945). Essa época foi um divisor de águas na história brasileira, por causa das inúmeras alterações que Vargas fez no país, tanto sociais quanto econômicas.

A Era do populismo :

Getúlio Vargas suicidou-se há meio século, mas o populismo, numa versão piorada, continua vivo entre nós.

Não nos deixemos confundir pelas palavras. Muitos observadores políticos utilizam o termo populismo como sinônimo de demagogia, outros utilizam-no pensando no conceito weberiano de liderança carismática e há ainda aqueles que quando falam em populismo estão pensando na tradução consagrada, porém problemática, para o termo narodnichestvo, que é a denominação do movimento camponês e de classe média pela restauração da comuna agrária que existiu na Rússia czarista. Nós estamos utilizando a palavra populismo para designar outro conceito.

O conceito de populismo que utilizamos designa um fenômeno político e ideológico, presente com maior força na periferia do sistema capitalista, que se caracteriza pela expectativa de setores populares menos organizados por uma ação salvadora do Estado capitalista. Os trabalhadores sob o impacto do populismo tendem a permanecerem desorganizados ou, quando se organizam, restringem-se à organização e à luta meramente reivindicativa, deixando, em qualquer dos casos, a iniciativa política nas mãos do Estado. Esse organismo é visto por esses trabalhadores, graças às suas instituições formalmente universalistas, como uma força neutra e acima da luta de classes que pode, por iniciativa livre e soberana, acudir os trabalhadores. Lênin, analisando o comportamento político da pequena burguesia, cunhou a expressão “fetiche do Estado” para um fenômeno homólogo. Nós diríamos, seguindo essa indicação, que o populismo é um fetiche do Estado protetor.

No período recente, tem surgido um novo tipo de crítica, conceitual e política, ao conceito de populismo. Esse conceito não ocultaria a luta dos trabalhadores? Não acabaria referendando o discurso ideológico varguista que apresentava Getúlio como o pai dos pobres? Ou, ainda, esse conceito não seria euro-centrista, desempenhando a função de ocultar a própria organização operária no Brasil?

Na discussão dessas questões, cabe uma referência crítica ao trabalho recente de alguns historiadores de São Paulo e do Rio de Janeiro ([1]). Alguns historiadores e ativistas preocupados em resgatar a memória da luta operária entenderam que precisavam abandonar o conceito de populismo. Na verdade, para utilizar tal conceito precisam apenas abandonar a perspectiva “basista” e reconhecer que há uma diferença qualitativa entre luta reivindicativa e luta pelo poder político. Como o utilizamos, o conceito de populismo não é incompatível com a valorização da luta (reivindicativa) dos operários e dos trabalhadores em geral. Há, na verdade, uma complexa dialética entre a pressão reivindicativa na base e a resposta política dos governos populistas que, por manterem a iniciativa política graças à desorganização política das massas, podem devolver o resultado da pressão popular (difusa) como se fosse fruto de uma iniciativa livre e soberana do Estado e dos governos, realimentando o mito do Estado protetor. Mas, essa dialética entre reivindicação e iniciativa política não permite, ao contrário do que sugerem os historiadores que procuram recuperar positivamente a memória do varguismo, que se coloque um sinal de igualdade entre reformismo populista e reformismo social-democrata. O velho PTB ou o atual PDT, isto é, o denominado trabalhismo não é a versão brasileira da social-democracia. Ele está muito aquém desse reformismo de tipo operário. A diferença de organização entre um e outro movimento aparece naquilo que mais importa: o resultado que cada um obtém. Basta lembrar, para indicar a que estamos nos referindo, que o Brasil nunca chegou a um Estado de bem-estar social. O populismo, dada a dependência especificamente política a que condena as grandes massas, produziu apenas um arremedo do Estado de bem-estar.



Economia Vargas :

Apesar da Segunda Guerra Mundial e das crises políticas no ambiente interno, a economia brasileira cresceu durante o governo de Getúlio Vargas. A Revolução de 1930,gerou modificações nas estruturas econômicas do país.

Após 1930, houve grande pressão por parte dos militares para que houvesse um processo de industrialização no Brasil. Os militares acreditavam que a industrialização traria condições de reaparelhamento para as forças armadas, e garantiria a manutenção da Segurança Nacional.

Após a Crise de 1929, o capital antes empregado na agricultura, passou a ser investido na indústria, o que expandiu a indústria brasileira em até 50 % de 1929 a 1937. Na década de 40, as dificuldades para importar bens de consumo, em virtude da Segunda Guerra, favoreceu o alto ritmo de produtividade nacional.

No governo de Getúlio Vargas foram instaladas a usina siderúrgica, fábricas de aviões, usina hidrelétrica de Paulo Afonso, a Companhia Vale do Rio Doce, e a expansão de rodovias e ferrovias.

Foi criada a Companhia Siderúrgica Nacional, a CSN, financiada pelo Export-Import Bank, dos EUA, e com ivestimentos do governo brasileiro. Além da instalação da usina de Volta Redonda Redonda, localizada no estado do Rio de Janeiro, situada entre o pólos produtores de carvão e minerais de Minas Gerais e Santa Catarina, e próxima do eixo Rio-São Paulo.

terça-feira, 15 de junho de 2010

Seleçao Brasielira



Goleiros:

•Júlio César
•Gomes
•Doni

Laterais:

•Maicon
•Daniel Alves
•Gilberto
•Michel Bastos

Zagueiros:

•Juan
•Lúcio
•Luisão
•Thiago Silva

Volantes:

•Gilberto Silva
•Felipe Melo
•Josué
•Kleberson

Meias:

•Elano
•Ramires
•Kaká
•Júlio Baptista

Atacantes:

•Luís Fabiano
•Nilmar
•Robinho
•Grafite

Curuiosidades estadios da Capa de 2010:



Copas que o brasil foi campeão:

Anos e Sede´s :

2002 / Sede :Corea do Sul e Japão

1994 / Sede :EUA

1970 / Sede :Mexico

1962 / Sede :Chile

1958 / Sede :Suécia

terça-feira, 8 de junho de 2010

Continente Asiatico

ASIA

Clima :

O continente Asiático apresenta notáveis contraste climáticos. Suas terras, cortadas ao norte pelo circulo polar ártico e ao sul pelo equador, possuem, por influencia da variação da latitude, desde clima quentes e extremos até o mais rigoroso clima frio. O relevo é outro fator climático de destaque, pois as montanhas e planaltos fazem baixar as médias térmicas e explica o aparecimento de neves eternas até baixas latitude. Os ventos têm importância sobre a repartição da chuva, principalmente no sul e sudeste, onde sopram as monções. Esquematicamente podem se distinguir, na Ásia, seis tipo de clima:

Clima equatorial. Compreende estreita faixa nas proximidades do equador, onde as temperaturas tem média anual de 25 a 26ºC. As chuvas repartem-se de modo regular, não existindo estação de seca. A umidade relativa em torno de 80%.

Clima de monções. É típico na zona, pluviométrico, que divide estações seca e chuvosa, de duração variável segundo a continentalidade das regiões. As estações são bem distinta: na época das chuvas cai quase o total de precipitações e durante a seca as chuvas faltam por completo. Outras característica deste tipo de clima é a passagem das estações. Onde a existência das duas estações prende-se ao mecanismo das monções. Devido ao deslocamento das áreas ciclonal e anticiclonal, os ventos se dirigem, no inverno, do interior montanhoso para os oceanos, e no verão dos oceanos para o continente.

Clima temperados. Pertence a este grupo os climas da China, Japão, Coréia, Manchúria, Sibéria centro- meridional e certas áreas da Ásia central. Por influência principalmente das latitudes e altitudes, possui o continente todos os tipos de clima temperado: oceânicos e continentais, frio e subtropicais, monçônico e desértico. Nessa regiões as médias térmicas raramente sobem a mais de 20ºC e as estações são bem definidas.

Clima desértico. As regiões desse clima começa no mar Vermelho, e vai a Mongólia. Os desertos mais ocidentais, que as situa próximo trópico de Câncer e possui menores altitudes, são arenoso e quente todo o ano. Os demais situados a maiores altitudes e latitudes médias são pedregosos, registrando-se, no inverno, a queda de neves, enquanto no verão são escaldantes.

Clima ártico. São característico no inverno rigoroso e logo com media anual de 0ºC. como em Verkhoyyansk, onde o terremoto pode descer a –70C. os verões são de pouca duração e são pouco quentes, não chegando a desgelar completamente o solo.

Vegetação :

TUNDRA: O termo Tundra deriva da palavra finlandesa Tunturia, que significa planície sem árvores. É o bioma mais frio da Terra. Alguns cientistas consideram existir dois tipos de tundras: Tundra Ártica e Tundra Alpina. A principal diferença entre elas é a razão pela qual são tão frias. A primeira é pela sua localização geográfica, mais concretamente pela latitude, enquanto que a segunda é devido ao fato de se encontrar tão afastada da superfície da Terra. Também a capacidade de drenagem do solo é diferente, sendo maior na Tundra Alpina. No entanto, são muito parecidas.


ESTEPES : São formações vegetais de planície (foto), sem árvores, com uma vegetação herbácea como as pradarias, porém mais esparsa e ressecada. Surge em climas semi-áridos, portanto na faixa de transição de climas úmidos (temperados ou tropicais) para os desertos. Pode ser semidesértica, ou coberta de gramíneas e arbustos, dependendo da estação do ano. O termo também é usado para descrever aspectos do clima dessas regiões, muito seco para permitir a existência de florestas, mas não tão seco a ponto da desertificação.


As estepes são comuns na África (nas bordas de desertos), na América do Norte, na América do Sul (como exemplo, algumas áreas do nordeste brasileiro e regiões do Paraguai, Argentina e Bolívia), mas sua área de maior ocorrência é a Rússia e repúblicas vizinhas na Ásia Central.

É diferente das pradarias, que ocorrem em climas mais úmidos. A fauna é variável, mas, de maneira geral, abriga mamíferos com hábito de agregação em colônias ou manadas. Esse hábito de vida constitui proteção em habitats abertos.

Posição GeoGrafica :

A Ásia é o maior continente do mundo com aproximadamente 44 milhões de quilômetros quadrados, que correspondem a quase um terço de todas as terras emersas do planeta.
Limita-se ao Norte com o Oceano Glacial Ártico; ao Sul com o Oceano Índico; a Leste com o Oceano Pacífico; a Oeste com o Mar Vermelho, e ao canal de Suez (que a separa da África) e com o Mar Mediterrâneo, os Montes Urais, os mares Cáspio, Negro e a cadeia do Cáucaso (qual a separam da Europa).
Localiza-se a Leste do Meridiano de Greenwich, quase totalmente no hemisfério Norte (com apenas uma parte das ilhas meridionais da Indonésia ocupando hemisfério Sul). O continente estende-se de 10° de latitude Sul a 80° de latitude Norte e é cortado por 11 fuso horários, desde o meridiano de 25° Leste até o de 180°.
Em relação às zonas climáticas a Ásia ocupa todas as áreas do hemisfério Norte: equatorial, tropical, temperado e polar.

Relevo :

Dois grandes conjuntos de cordilheiras podem ser destacados: o primeiro estende-se de Anatólia até o Pamir, compreendendo as montanhas do Cáucaso, os montes Zagros, o Hindu Kush, o Kolima e o Himalaia. A outra linha de cordilheiras é formada pelos montes Urais e pelas montanhas de Nova Zembla. Ao sul, existem planaltos e planícies importantes, como os planaltos da Arábia, do Irã e do Deccan; e as planícies da Mesopotâmia e os vales do Indo e do Mekong.

Padrão Sócio-econômico :

Mesmo tendo a segunda menor extensão territorial do mundo, o continente europeu possui grandes diversidades espaciais ao longo da sua área. Formada por muitos países de espaços territoriais pequenos e médios, com exceção da Rússia (maior país do mundo), a Europa é palco de várias regionalizações caracterizadas pelas diferenças físicas e sócio-econômicas. Com uma grande história sobre as sociedades geradas neste continente, analisar cada nação européia requer sempre um trabalho complexo, pois necessitamos conhecer o seu passado para comprender suas questões atuais. Dessa forma, divide-se a Europa em seis regiões: Europa Nórdica, Europa Central, Península Ibérica, Leste Europeu, Península das Bálcãs e Países Bálticos.